“Não podemos cair na lábia de quem nunca fez nada por MT”

Candidato á reeleição, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União) criticou, nesta quarta-feira (26), o candidato ao Governo Wellington Fagundes (PL) e declarou apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Segundo ele, Mato Grosso não pode “cair na lábia” de quem, segundo ele, não tem experiência administrativa.

“Não podemos cair na lábia de pessoas que não sabem administrar esse Estado, uma pessoa que nunca fez nada por Mato Grosso. Então, gostaria de pedir a todos os meus amigos, a todas as pessoas que me conhecem e sabem do meu caráter, apoio ao Otaviano Pivetta. É a hora de continuar com este Governo sério e responsável”, disse.

A declaração foi feita  durante encontro com lideranças políticas e apoiadores na sede do União Brasil. Ao pedir votos para Pivetta, Dilmar afirmou que o eleitor deve levar em consideração a capacidade de gestão dos candidatos ao Palácio Paiaguás.

Dilmar também recorreu aos resultados dos últimos sete anos e meio para defender a permanência do atual grupo no comando do Estado. Ele citou investimentos em infraestrutura, saúde e educação.

 

Segundo o deputado, Pivetta teve participação direta nas ações realizadas durante a gestão de Mauro Mendes e manteve uma postura discreta enquanto ocupou a Vice-Governadoria.

“Eu acho que o Mauro saiu feliz deste Governo, porque teve um homem leal como vice-governador do Estado de Mato Grosso. Um homem que calado fez muito, um homem que em silêncio ajudou muito”, afirmou.

Dilmar citou ainda a pavimentação de 7 mil quilômetros de rodovias e a construção de seis hospitais como exemplos das realizações da administração.

Ele também destacou a adesão de prefeitos à candidatura de Pivetta e afirmou que o apoio dos gestores municipais demonstra respaldo à continuidade do atual projeto político.

Pivetta, agradeceu o apoio e elogiou a atuação de Dilmar na Assembleia. O governador afirmou que pretende manter as diretrizes adotadas nos últimos anos, mas disse que o modelo de gestão deverá passar por aperfeiçoamentos em um eventual novo mandato.

“Este modelo de gestão, que iniciei ao lado de Mauro Mendes nos últimos sete anos e meio, será não apenas mantido, mas aprimorado. Temos a obrigação de evoluir, aprendendo com os desafios de ontem para fazer melhor amanhã”, afirmou.